CRÔNICA DE TESTEMUNHO EM “COMPANHEIRAS” DE ENEIDA DE MORAES

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18817/rlj.v6i1.2843

Resumo

Este artigo pretende fazer uma leitura da crônica “As Companheiras”, de Eneida de Moraes identificando um caráter testemunhal, com o propósito de estabelecer um paralelo com a questão do testemunho na literatura. Para tanto, será feita uma breve introdução ao gênero crônica para fazer um diálogo com a questão do declínio da narrativa em Walter Benjamin e o conceito de testemunho a partir de Seligmann-Silva, tanto na sua vertente original europeia como nos estudos desenvolvidos na América Latina. Dessa forma, pressupõe-se como hipótese que a crônica “As companheiras” possui elementos de uma literatura testemunhal, ao narrar uma história memorialística de repressão e violência contra mulheres durante o regime autoritário do Estado Novo.

Biografia do Autor

Fabricio Ferreira, UFPA

Graduado em Letras - Licenciatura, com habilitação em Língua Portuguesa nas Faculdades Integradas Ipiranga; Especialista em Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa e Literatura da Faculdade Educacional da Lapa (FAEL/PR); Mestre em Letras - Estudos Literários do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL/UFPA). Possui experiência como professor de Língua Portuguesa, Literatura e Redação, Assessoria de Imprensa e como Editor Literário/Revisor. Escritor e poeta premiado em
concursos literários de âmbito nacional e regional.

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Publicado

2022-07-28

Como Citar

FERREIRA, F. CRÔNICA DE TESTEMUNHO EM “COMPANHEIRAS” DE ENEIDA DE MORAES. REVISTA DE LETRAS - JUÇARA, [S. l.], v. 6, n. 1, p. 738-750, 2022. DOI: 10.18817/rlj.v6i1.2843. Disponível em: https://ppg.revistas.uema.br/index.php/jucara/article/view/2843. Acesso em: 20 ago. 2022.