O LÚDICO E O ENSINO UNIVERSITÁRIO COMBINAM?

Autores

  • Sarah Cristina Dias Ribeiro Universidade de Mogi das Cruzes
  • Luci Mendes de Melo Bonini Universidade de Mogi das Cruzes
  • Tatiana Ribeiro de Campo Melo Universidade de Mogi das Cruzes

DOI:

https://doi.org/10.18817/pef.v25i2.2474

Resumo

A universidade é um espaço de ensino, aprendizagem, formação e convivência, onde os estudantes devem ser tratados holisticamente. Já que aprender não é antônimo de lazer, o lúdico nas aulas, atividades de relaxamento e o esporte no ensino universitário são premissas ao comportamento humano, de tal modo que o conhecimento, aliado a esses itens, tem um viés inovador, promotor de concentração e descentrado na produtividade. Este estudo tem como objetivo descrever a percepção de alunos sobre a incorporação de atividade lúdica e de humanização no ensino universitário.  Os alunos foram divididos em três grupos. Grupo intervenção: onde a atividade lúdica foi realizada; Grupo Controle: alunos de cursos da saúde que não participaram da atividade lúdica; Grupo MCA: alunos de diferentes universidades que participaram de um congresso nacional sobre saúde, cultura e arte. Participaram da pesquisa 312 estudantes universitários. As respostas sobre a dinâmica apresentada, o lúdico e outras atividades evidenciaram que são ferramentas de aprendizado e descontração, porém os alunos de medicina e de odontologia conhecem menos sobre políticas de humanização em saúde e de ensino quando comparados aos estudantes do Grupo MCA. Dentre os resultados estatísticos, quando questionados sobre o tipo de aula preferido, o valor de p obtido no teste Qui-quadrado foi de 0,000995, evidenciando a preferência de aulas interativas pelo grupo MCA, que tem maior contato com tais práticas. Logo, este estudo pôde concluir que o ensino às ciências da saúde deve ser ativamente humanizado tanto na prática diária dos futuros profissionais quanto nas metodologias de aprendizado.

 

Palavras-chave: Educação, Lúdico, Estudantes de medicina.

Biografia do Autor

Sarah Cristina Dias Ribeiro, Universidade de Mogi das Cruzes

Estudante de medicina na Universidade de Mogi das Cruzes, UMC, Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil.

Luci Mendes de Melo Bonini, Universidade de Mogi das Cruzes

Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, pesquisadora na Universidade de Mogi das Cruzes, UMC, Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil.

Tatiana Ribeiro de Campo Melo, Universidade de Mogi das Cruzes

Doutora em Saúde Pública pela USP, coordenadora do Curso de Odontologia e do Programa de Mestrado em Políticas Públicas da Universidade de Mogi das Cruzes, UMC, Mogi das cruzes, São Paulo, Brasil.

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Publicado

2021-01-21