DE PERFUMES ACRES E SOMBRIA VOLÚPIA: AS FLORES FUNESTAS DE TEÓFILO DIAS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18817/rlj.v4i1.2195

Resumo

Este artigo tem como principal objetivo analisar a primeira parte da obra Fanfarras, publicada em 1882 e de autoria de Teófilo Dias, que recebe o título de Flores funestas, onde se nota com maiores evidências a presença de traços baudelairianos, em especial: a ideia da femme fatale e suas substâncias corrosivas que contagiam os sentidos do eu-poético; a restauração do aspecto carnal das mulheres, em contrapartida à anêmica representação romântica; e certa perversidade. Nessa via, o artigo se divide em três secções principais, nas quais se discute: os perfumes, a femme fatale e a sinestesia; os delírios, a fantasia e o corpo erótico; e, por fim, a bestialidade do desejo, em A matilha, e o ideal da pedra clara, em A estátua, duas tendências eróticas.

Biografia do Autor

Paulo Henrique Pergher, Universidade Federal de Santa Catarina

Mestrando pelo Programa de Pós-graduação em Literatura, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Licenciado em Letras e Literatura Portuguesa, também pela UFSC, onde atuou como bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), através do Núcleo de Pesquisas em Informática, Literatura e Linguística (NUPILL), desenvolvendo pesquisas sobre poesia do século XIX, em especial, sobre Múcio Teixeira, assim como sobre a análise de poemas, a partir da ferramenta digital Aoidos. Trabalhou, ainda, na editoração de duas revistas científicas, quais sejam: Texto Digital e Mafuá.

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Publicado

2020-07-06

Como Citar

PERGHER, P. H. DE PERFUMES ACRES E SOMBRIA VOLÚPIA: AS FLORES FUNESTAS DE TEÓFILO DIAS. REVISTA DE LETRAS - JUÇARA, [S. l.], v. 4, n. 1, p. 43-58, 2020. DOI: 10.18817/rlj.v4i1.2195. Disponível em: https://ppg.revistas.uema.br/index.php/jucara/article/view/2195. Acesso em: 2 dez. 2020.

Edição

Seção

Dossiê Temático