IMAGENS ARQUETÍPICAS, DISTOPIA E O INSÓLITO FICCIONAL EM CORALINE E O MUNDO SECRETO
DOI:
https://doi.org/10.18817/rlj.v10i2.4263Resumo
Coraline (2002), obra do escritor inglês Neil Gaiman foi considerada um best-seller e recebeu diversas adaptações. O objeto de análise escolhido para este estudo foi a adaptação cinematográfica, Coraline e o Mundo Secreto (EUA, 2009), dirigida por Henry Selick, sob um olhar mais atento, no campo do imaginário, do insólito ficcional e da distopia. O objetivo é apresentar arquétipos e símbolos relacionados aos elementos distópicos presentes na animação, usufruindo do método da pesquisa bibliográfica, exploratória e descritiva, em que será analisada a ideia da literatura insólita ficcional, inspirada em Todorov (1970) e a Teoria do Imaginário proposta por Gilbert Durand (2002). Por fim, apresentamos: 1) o metaverso imaginário de Coraline; 2) A atemporalidade da narrativa, uma vez que habita o mundo dos sonhos; 3) A porta, que se torna a ponte para o mundo paralelo; 4) O processo de introdução dos botões nos olhos; e 5) animais falantes.
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