Modelagem da fragilidade ambiental emergente como subsídio ao manejo e conservação de solos na Bacia do Rio Pardo–SP

Autores/as

  • Matheus Vargas de Oliveira
  • Edson Luís Piroli

DOI:

https://doi.org/10.18817/26755122.30.1.2026.4607

Resumen

O presente estudo objetivou a análise da fragilidade ambiental emergente da Bacia Hidrográfica do Rio Pardo, para identificar áreas suscetíveis à degradação e subsidiar o planejamento territorial. Empregou-se uma abordagem integrada com geotecnologias e Análise Multicritério (AMC), utilizando o método do Processo Hierárquico Analítico (AHP) para ponderar os fatores declividade, precipitação, geologia, solos e uso da terra. A integração ocorreu via Combinação Linear Ponderada (CLP) em ambiente SIG. Os resultados indicaram que a maior parte da bacia apresenta fragilidade baixa (40,58%) e média (35,92%). A classe de fragilidade muito baixa abrange 12,35% da área. Já as áreas de alta fragilidade correspondem a 10,99% do território, e a classe muito alta representa apenas 0,16%, estando ambas associadas a setores de maior declividade e à intensificação do uso da terra com atividades agropecuárias, especialmente nas zonas de cabeceiras e de recarga hídrica. Conclui-se que a modelagem é uma ferramenta estratégica para a tomada de decisão, fornecendo subsídios técnicos para orientar políticas de conservação do solo e mitigação dos riscos de estresse hídrico.

Biografía del autor/a

Matheus Vargas de Oliveira

Geógrafo. Mestre em Ciências.

Edson Luís Piroli

Livre Docente em Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento. Professor da UNESP.

Publicado

2026-06-29

Cómo citar

Vargas de Oliveira, M., & Piroli, E. L. (2026). Modelagem da fragilidade ambiental emergente como subsídio ao manejo e conservação de solos na Bacia do Rio Pardo–SP. Revista Ciência Geográfica, 30(1), 174–187. https://doi.org/10.18817/26755122.30.1.2026.4607