VOZES SILENCIADAS:A SUBALTERNIDADE FEMININA EM SORTE, DE NARA VIDAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18817/rlj.v6i2.3026

Resumo

RESUMO: Este artigo tem por objetivo a análise das relações de gênero que permeiam a narrativa da novela Sorte, de Nara Vidal. Busca-se evidenciar a manutenção da opressão patriarcal institucionalizada e regida em diferentes instâncias sociais na obra, tanto por meio da dominação exercida pelo sistema escravagista, quanto pela Igreja. Todas estas formas de relação e poder muito bem demonstradas nas violências e opressões vividas pelas personagens Margareth e Mariava. Para tanto, nos reportaremos brevemente ao conceito de subalternidade proposto por Spivak (2010, 2014) e a alguns conceitos e críticas apresentadas no ensaio “Crítica Feminista”, de Zolin (2009) para um estudo mais plural das representações femininas, dentre outros teóricos.

PALAVRAS-CHAVE: Gênero; Subalternidade; Representação.

 

Biografia do Autor

Thaína Martins da Silva, UERJ/FFP

Mestranda em Estudos Literários pelo Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, na linha de pesquisa Literatura, Teoria e História. Possui graduação em Licenciatura em Letras - Português e Inglês pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG/2021), aprovada com nota máxima e louvor no trabalho de conclusão de curso intitulado "Tradução Intersemiótica da Linguagem Literária para a Cinematográfica: Uma análise entre a obra literária ?Orgulho e Preconceito? de Jane Austen e sua adaptação fílmica (2005)". Participou como voluntária do projeto de extensão intitulado "Teaching and Learning Practice: inglês instrumental para a comunidade acadêmica da UEMG? (2018). Pós-graduanda em Estudos Linguísticos e Literários pelo IFRJ. Possui interesse em Literatura Inglesa, Literatura Brasileira, Teoria Literária, com ênfase em estudos sobre Intermidialidade.

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Publicado

2022-12-29

Como Citar

MARTINS DA SILVA, T. VOZES SILENCIADAS:A SUBALTERNIDADE FEMININA EM SORTE, DE NARA VIDAL. REVISTA DE LETRAS - JUÇARA, [S. l.], v. 6, n. 2, p. 296-308, 2022. DOI: 10.18817/rlj.v6i2.3026. Disponível em: https://ppg.revistas.uema.br/index.php/jucara/article/view/3026. Acesso em: 8 fev. 2023.