Imperativo espacial & configuração exossomática: o discurso da antropotopia

Autores

  • Carlos Santos

DOI:

https://doi.org/10.18817/26755122.30.1.2026.4606

Resumo

Este texto aborda o papel do imperativo espacial na produção das espacialidades humanas. Busca demonstrar que não é possível descartar o caráter espacial das ações humanas, dado que elas são procedimentos exossomáticos humanos, e, como tais, só se realizam quando se espacializam na arquitetura dos artefatos construídos. Desse modo, embora o espaço não possa ser objeto teórico de construção epistemológica, pelo fato de ser uma categoria e não um conceito, ele surge enquanto dimensão da extensão e volume da materialidade, tanto da natural quanto da modelada pela ação humana, revelado pela espacialidade elaborada quando da confecção dos objetos ou avaliada na magnitude dos acidentes naturais.

Biografia do Autor

Carlos Santos

Professor titular aposentado da Universidade Federal de Rondônia, Departamento de Geografia, onde atuou na área de Geografia Humana. Autor de livros e artigos concernentes à sua área de atuação.

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Publicado

29-06-2026

Como Citar

Santos, C. (2026). Imperativo espacial & configuração exossomática: o discurso da antropotopia. Revista Ciência Geográfica, 30(1), 164–173. https://doi.org/10.18817/26755122.30.1.2026.4606