Imperativo espacial & configuração exossomática: o discurso da antropotopia
DOI:
https://doi.org/10.18817/26755122.30.1.2026.4606Resumen
Este texto aborda o papel do imperativo espacial na produção das espacialidades humanas. Busca demonstrar que não é possível descartar o caráter espacial das ações humanas, dado que elas são procedimentos exossomáticos humanos, e, como tais, só se realizam quando se espacializam na arquitetura dos artefatos construídos. Desse modo, embora o espaço não possa ser objeto teórico de construção epistemológica, pelo fato de ser uma categoria e não um conceito, ele surge enquanto dimensão da extensão e volume da materialidade, tanto da natural quanto da modelada pela ação humana, revelado pela espacialidade elaborada quando da confecção dos objetos ou avaliada na magnitude dos acidentes naturais.